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Prognatismo: causas e sintomas

Prognatismo: causas e sintomas

Conhecido também como mandíbula de Habsburgo ou mandíbula da Áustria, o prognatismo mandibular é uma deformidade dentofacial em que o maxilar inferior se projeta para a frente. Esse tipo de estrutura bucal afeta o desenvolvimento tanto da maxila quanto da mandíbula, fazendo com que os dentes incisivos da arcada inferior ultrapassem o da arcada superior.

Dentre as características faciais de um prognata, estão o lábio inferior mais volumoso e avançado em comparação ao superior e queixo proeminente. A mandíbula de Habsburgo causa deformidade e desarmonia no rosto, podendo, inclusive, afetar a autoestima.

No entanto, mais do que um problema estético, as características da ossada facial do prognata não permitem que a mordida seja feita corretamente. Além disso, há, também, modificação na relação da articulação temporomandibular e acomodação imprópria dos tecidos da orofaringe. Com isso, a mastigação, a fonação e a respiração são prejudicadas. 

Neste artigo, trazemos mais informações sobre essa condição. Confira!

Sintomas do prognatismo

Um dos sinais desse problema é a alteração da posição dos dentes incisivos: os superiores ficam na mesma direção ou retraídos em relação aos dentes da parte de baixo, causando um mal encaixe. Além de afetar a estrutura da boca, esse problema provoca:

  • ruídos articulares;
  • dor de cabeça, de ouvido e dos músculos da mastigação;
  • alterações respiratórias e na mastigação.

Causas da condição

Fatores genéticos e hereditários são os grandes responsáveis pelo surgimento da mandíbula de Habsburgo. Nesse caso, são perceptíveis algumas características específicas faciais, já que a pessoa pode apresentar o desenvolvimento irregular dos ossos desde quando bebê. Por ter grande influência genética, deve-se ficar atento a casos de mandíbula de Habsburgo na família, já que, com o diagnóstico precoce, o tratamento é realizado de maneira preventiva em crianças que ainda possuem a dentição de leite.

Porém, esse tipo de problema está associado, também, a disfunções funcionais como a interposição lingual e problemas respiratórios. Outro fator muito comum que afeta diretamente o desenvolvimento dos ossos da face são os hábitos deletérios, ou seja, o uso de chupetas e o hábito de chupar os dedos. Além disso, pode estar ligado, também, a traumatismos e malformações congênitas.

Tratamentos para o problema

O tratamento para o prognatismo é realizado de acordo com a fase em que ele se encontra. Dessa maneira, ele pode ser feito em três partes:

Tratamento preventivo

É feito ainda em crianças que têm dente de leite. O médico observa se há alterações na arcada dentária e, com isso, solicita exames radiográficos para a comprovação. Nessa fase, o tratamento pode ser feito por meio de resinas em alguns dentes, com o objetivo de controlar o movimento da mandíbula e da maxila. Além disso, pode ser indicado o uso de aparelhos ortodônticos. 

Tratamento interceptativo

Esse tipo de tratamento acontece quando a mandíbula de Habsburgo está se instalando, mas o paciente ainda não chegou à puberdade. Cabe ao dentista avaliar a melhor forma de tratamento de acordo com a situação e evolução de cada caso.

Tratamento corretivo

É feito após o pico de desenvolvimento da puberdade e de acordo com as características de cada caso. Geralmente, envolve o uso de aparelhos ortodônticos ou ortopédicos. A indicação para cirurgia ortognática é feita apenas quando o uso dos aparelhos não surtiu o efeito desejado.

O prognatismo traz prejuízos para a saúde e para a qualidade de vida de uma pessoa. Quando descoberto precocemente, o resultado que se alcança no final do tratamento tende a ser mais satisfatório e duradouro, mas isso não impede que a mandíbula de Habsburgo seja tratada em qualquer idade. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã bucomaxilofacial em São Paulo.

Posted by Dra. Maximiana Maliska in Todos
Cisto bucal: o que é e como tratar

Cisto bucal: o que é e como tratar

O cisto é uma formação anormal revestida por uma membrana de tecido epitelial, composta por secreções líquidas ou pastosas e podem, ou não, causar dor. Ouvimos falar de cistos nos ovários, na glândula tireoide e nas sebáceas, e em diversas outras áreas do corpo. No entanto, poucos sabem que essa patologia pode atingir também a boca. 

O cisto bucal é um problema silencioso. Por ser assintomático e de difícil percepção, ele pode causar danos na boca de um indivíduo, como o comprometimento da raiz dos dentes envolvidos. Em casos graves, pode ser que a pessoa sinta dor no local, além de apresentar inchaço na gengiva, dor de cabeça e febre.

Neste artigo, trazemos mais informações sobre o que é esse problema e como ele pode ser tratado. Confira!

Tipos de cisto bucal

Na boca, os cistos são divididos em duas categorias: os odontogênicos e não odontogênicos. Conheça mais sobre eles:

Odontogênicos

O cisto odontogênico se origina da proliferação dos restos de tecidos epiteliais que formam os dentes. Ele acontece quando o organismo não absorve corretamente esses restos, que se juntam a um agente para o seu surgimento. 

Esses cistos podem estar associados a patologias oriundas de diferentes partes do corpo, como doenças inflamatórias e infecciosas na região da garganta, do nariz e da boca, além de gripes e resfriados. Estresse, imunidade baixa, desgaste físico e mental, assim como  problemas originados em canais em tratamento e não tratados, e procedimentos dentários realizados de maneira incorreta também são considerados fatores de risco para o surgimento de cistos.

Os cistos odontogênicos são divididos em duas subcategorias: os cistos de desenvolvimento e os inflamatórios.Cistos de desenvolvimento

  • cisto dentígero;
  • cisto de erupção;
  • cisto odontogênico ortoceratinizado;
  • cisto gengival do recém-nascido;
  • cisto periodontal lateral;
  • cisto gengival do adulto;
  • cisto odontogênico calcificante;
  • cisto odontogênico glandular;
  • queratocisto odontogênico.

Cistos Inflamatórios

  • cisto radicular;
  • cisto residual;
  • cisto paradentário;
  • cisto folicular inflamatório;
  • cisto da bifurcação vestibular.

Não odontogênicos

Outro tipo de cisto é o não odontogênico, que se desenvolve a partir de inclusões epiteliais nas linhas de fusão dos processos embrionários, que formam a região maxilomandibular. São eles:

  • cisto do ducto nasopalatino;
  • cisto nasolabial;
  • cisto da fenda branquial;
  • cisto linfoepitelial bucal;
  • cisto dermóide e epidermóide;
  • cisto do ducto tireoglosso.

Como tratar esses cistos

O tratamento para todos os tipos de cistos é cirúrgico,e pode variar de acordo com o tipo e o tamanho. Em casos mais simples, é realizada a excisão da cobertura, porém, alguns tipos implicam a enucleação, a marsupialização e até a remoção do dente associado. 

Para realizar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado, são necessários exames clínicos, como radiografias e ultrassonografias. Dessa maneira, o cirurgião-dentista pode avaliar não só a estrutura da arcada dentária, do maxilar e da mandíbula, como também a extensão do problema. 

Se não tratado, o cisto bucal pode crescer e se espalhar. Quando isso acontece, o prejuízo dentário é grande, já que é feita a remoção dos dentes atingidos. Além disso, ele pode evoluir para um problema sistêmico na região. Por isso, cuide da sua saúde bucal e frequente um dentista com periodicidade. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã bucomaxilofacial em São Paulo.

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Bruxismo: sintomas, causas e tratamentos

Bruxismo: sintomas, causas e tratamentos

Uma doença silenciosa e muitas vezes deixada de lado, o bruxismo é um distúrbio funcional do corpo humano que por vezes é menosprezado e desconhecido por muitas pessoas. Mas suas consequências podem ser graves.

Alguns indivíduos não sabem que esse mal é o causador de alguns problemas, justamente por ser um hábito inconsciente que ocorre em silêncio. Trata-se de um “simples” ranger de dentes. Algo simples que provoca fortes dores de cabeça, problemas na mandíbula e enfraquecimento dos dentes, por exemplo.

As principais causas

O bruxismo está atrelado a algumas causas que requerem, às vezes, tratamento com profissionais de diferentes áreas. É comum que se associe com a apneia no sono, que são aqueles momentos que involuntariamente deixamos de respirar enquanto dormimos e o corpo, percebendo a falta de respiração, tenta desobstruir alguma via, fazendo-nos ranger os dentes para passar ar.

Mas, talvez a causa mais comum seja o estresse: quando rangemos os dentes em momentos de tensão, nervosismo ou ansiedade durante o dia. Pode até acontecer em momentos de concentração e foco durante alguma atividade diária. Há também quem defenda que o mal é causado por hereditariedade e má posição da arcada dentária.

Como identificar o bruxismo

Os primeiros sintomas dessa desordem funcional são as dores de cabeça e no maxilar, que são as mais constantes. Quem sofre com isso percebe que seus dentes estão com pequenas trincas, desgastados e amolecidos.

Dores e zumbidos no ouvido são frequentes. Além de problemas na região da cabeça, o pescoço também apresenta dores. O indivíduo também pode apresentar dificuldades para dormir.

Como tratar

Não é garantido uma cura. O que se pode fazer é um tratamento para diminuir as consequências. A ida regular ao dentista é uma forma de se evitar que a disfunção agrave com o tempo. Diagnóstico confirmado, o primeiro passo é descobrir a causa.

Para aqueles que possuem o tipo noturno, recomenda-se a placa de resina acrílica (tecnicamente chamado de placas oclusais estabilizadoras ou miorrelaxantes). É uma medida para evitar maiores danos aos dentes, além de proteger a articulação temporomandibular.

O tratamento contra o distúrbio vai além das receitas médicas: ele passa por uma mudança de rotina, como a prática de exercícios físicos, meditação e horas certas para se dormir e acordar, por exemplo.

Como dito, essa desordem pode ter causa em problemas emocionais. Por isso, é também recomendado que a pessoa procure por um psicólogo para melhor compreender as causas de seus estresses, medos ou angústias, para assim ter um melhor aconselhamento de como proceder para minimizar suas consequências.

Dicas para amenizar o bruxismo

Algumas pequenas medidas durante o dia podem fazer com que o bruxismo ocorra com menos frequência. A primeira dica é ir regularmente ao dentista; em momentos de maior tensão, foco ou de situações complexas, evite apertar os dentes; para aqueles que já apresentam sintomas, é altamente recomendado que se evite mascar chicletes.

Além disso, é importante ter uma vida com hábitos saudáveis, com práticas de exercício físico, boa alimentação e horários regulares para se alimentar e dormir.

 

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Cirurgia bucomaxilofacial: o que é e quando é indicada

Cirurgia bucomaxilofacial: o que é e quando é indicada

A cirurgia bucomaxilofacial é uma especialidade da odontologia que trata a cavidade bucal e a face. São procedimentos bastante delicados e, por isso, precisam ser realizados por especialista.

A cirurgia visa corrigir trauma e fratura, tumor no maxilar, deformidade congênita ou adquirida, doenças, comodisfunção temporomandibular, e alterações de ordem estética.

O cirurgia pode ser realizada em consultório quando é de pequeno porte, como é o caso de remoção de dentes, remoção de pequenos tumores benignos, implante dentário, enxertos ósseos, cisto, lesão ou quaisquer outros procedimentos realizados com anestesia local. Quando é de maior risco, a cirurgia deve ser realizada, obrigatoriamente, em uma unidade hospitalar. Geralmente demanda anestesia geral ou requer grandes cuidados, como é o caso de fratura facial, remoção de grandes tumores, enxertos ósseos maiores  e cirurgia ortognática.

Cirurgia Bucomaxilofacial: Quando é indicada

A cirurgia bucomaxilofacial abrange várias áreas e visa não só cuidar da saúde do indivíduo, mas também proporcionar bem-estar. A seguir, alguns dos casos em que essa cirurgia pode ser indicada.

Traumatismos e deformidades faciais

Seja a deformidade congênita ou adquirida, a cirurgia é feita quando se envolve a região entre o osso hioide e o supercílio, e do trágus até a pirâmide nasal.

Algumas dessas deformidades são sequelas de câncer, distúrbios e alterações congênitas ou adquiridas, fissura labiopalatina, prognatismo ou micrognatismo não solucionados pelo tratamento ortodôntico. Os traumatismos podem ser causados por acidente de trânsito ou esportivo, agressão física e queda.

Em alguns casos, a cirurgia deve ser realizada apenas depois do crescimento ósseo, por volta dos 18 anos.

Doenças

Dentre as doenças tratadas por essa modalidade cirúrgica está a remoção de tumor e cisto, e correção de alterações provocadas por doenças como Aids, tuberculose e sífilis.

Apneia do sono

A apneia do sono tem diversas causas. Quando é ocasionada pelo mau posicionamento da mandíbula, deve ser tratada por meio do procedimento cirúrgico bucomaxilofacial. A apneia ocorre porque, o corpo em posição supino leva a um relaxamento e um estreitamento da via aérea posterior, levando à obstrução das vias aéreas.

Distúrbio da articulação temporomandibular (ATM)

Geralmente, o tratamento para o distúrbio da ATM é clínico. Quando há degeneração do osso ou da cartilagem articular, entretanto, é indicado o tratamento cirúrgico. O procedimento pode ser simples, como uma artroscopia, ou pode ser necessária o reposicionamento do disco por meio de âncoras. Em casos mais severos são utilizadas próteses de ATM para substituir a articulação doente. 

Sisos e dentes inclusos

Um dos procedimentos mais corriqueiros realizados pela cirurgia bucomaxilofacial é a extração de sisos e dentes inclusos. A necessidade da remoção deve ser avaliada pelo cirurgião dentista, que verificará se o dente pode causar prejuízos aos demais dentes e a toda a arcada dentária, além da gengiva, que pode desenvolver inflamações e abscessos.

A cirurgia bucomaxilofacial é um procedimento que visa à correção e ao tratamento de diversos problemas. Deve ser feita por um profissional especializado, que domina técnica e conhecimento teórico para conduzir da melhor forma possível a doença do paciente.

 

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Grande Abraço

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5 fatores decisivos para o sucesso dos implantes dentários

5 fatores decisivos para o sucesso dos implantes dentários

A cada ano, aumenta o número de pessoas que optam pela realização do implante dentário no Brasil. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Médica, Odontológica e Hospitalar (Abimo), mais de 800 mil são colocados ao ano no país. Esse crescimento tem relação direta com o desenvolvimento das técnicas e dos materiais empregados nesse tipo de reabilitação oral.

Até bem pouco tempo atrás, o implante parcial ou total de dentes era visto pelo paciente como um procedimento caro e complicado. No entanto, com o avanço das pesquisas nessa área, foi possível chegar ao material utilizado hoje — o titânio — que é altamente biointegrável.

Isso quer dizer que o material implantado adapta-se bem ao osso da maxila, fazendo com que o organismo não o rejeite. Essa tecnologia garante que o procedimento seja bem recebido por quase todas as pessoas.

No entanto, quem se submete a esse tipo de cirurgia odontológica precisa ter alguns cuidados. Para que a recuperação física da área operada se dê corretamente e o resultado final seja o esperado, é preciso ficar atento a fatores que podem contribuir para o sucesso do seu implante. Acompanhe quais são eles!

1. Cuidados pós-cirúrgicos cumpridos corretamente

Seguir corretamente a rotina de cuidados pós-cirúrgicos é fundamental para que haja uma boa cicatrização no local do implante. O corpo precisa de um tempo para a recuperação do local da incisão, principalmente se o paciente recebeu enxerto ósseo. Durante esse momento, deve-se ter cuidado para evitar hemorragias e infecções.

É importante seguir a recomendação de não praticar atividade física na primeira semana após o procedimento, evitar abaixar a cabeça nos primeiros dias e manter a higiene bucal.

Qualquer incômodo que surja é importante ser comunicado ao dentista responsável. O pós-operatório bem-feito garante boa parte do sucesso da cirurgia.

2. Boa qualidade óssea

A densidade do osso, assim como a sua quantidade é um ponto importante para que o implante dê certo.

O desgaste de partes ósseas da maxila pode ser um problema para quem quer realizar o procedimento. No entanto, atualmente, o paciente pode contar com técnicas de enxerto ósseo que podem solucionar esses casos.

3. Bons hábitos de saúde e de higiene

Após a fase pós-operatória, é necessário continuar com as práticas assépticas no cotidiano. A correta higienização da boca e dos dentes deve fazer parte da rotina de quem fez implante dentário. Converse com o dentista sobre a limpeza do local da prótese.

Além disso, uma rotina saudável pode ajudar o corpo a aderir da melhor forma possível a base de titânio que é colocada no osso maxilar.

Conservar hábitos saudáveis, assim como não fumar e não ingerir bebidas alcoólicas durante o período da reabilitação, é de extrema importância.

4. Visita periódica ao dentista

Quem se submete ao procedimento de implante precisa realizar exame radiográfico frequente para revisão. Com essa manutenção, é possível verificar se o resultado foi o esperado.

Caso você tenha feito esse tipo de prótese dentária, não deixe de realizar visitas regulares ao seu dentista!

5. Implante realizado por profissional especializado

Quando se trata de implante dentário, um dos fatores mais importantes é que ele seja realizado por um profissional especializado. Quanto maior a experiência do dentista, maior a garantia de que o procedimento será bem-sucedido e de que o pós-operatório será tranquilo.

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Disfunção da ATM: o que é e quando a cirurgia é recomendada

Disfunção da ATM: o que é e quando a cirurgia é recomendada

Para muita gente, a disfunção da ATM ainda é pouco conhecida. Geralmente, quem é acometido pelo problema precisa explicar para as outras pessoas que trata-se de uma doença que se desenvolve na articulação temporomandibular (ATM), que é a área de ligação entre a mandíbula e o crânio.

Quando há algum processo patológico que atinge a região, está caracterizada a Disfunção Temporomandibular (DTM), um transtorno que se manifesta com o comprometimento do movimento dos ossos e músculos da região. Entre seus principais sintomas, está a dificuldade em abrir e fechar a boca, estalos próximos ao ouvido e dor de cabeça.

Por isso, é importante identificar logo os indícios desse tipo de complicação e procurar por um especialista para iniciar o tratamento, que, em alguns casos, pode ser cirúrgico, mas em outros, pode ser conservador.

Neste artigo, explicaremos melhor o que é essa doença e quando a cirurgia é indicada. Acompanhe!

O que é a disfunção de ATM e quais os seus sintomas?

As disfunções da ATM são muito frequentes na atualidade, acometendo 20% da população adulta. No entanto, é uma doença que pode se manifestar em qualquer faixa etária.

Você já deve ter ouvido falar de alguém que sente um estalo quando abre e fecha a boca, não é mesmo? Possivelmente, nem a própria pessoa sabe, mas ela pode ter uma disfunção na articulação temporomandibular.

Para quem não conhece, essa parte do nosso corpo se localiza exatamente nas laterais da cabeça, onde há uma rótula de encaixe entre a mandíbula e o crânio. Trata-se de um sistema articulado formado por músculos, ossos, ligamentos e nervos.

Quando há alguma anormalidade na estrutura ou nas funções desse sistema, está caracterizada a patologia. Seus principais sintomas são: dores de cabeça e nos ouvidos, sensação de estalo ao abrir e fechar a boca, dor ao abrir muito a boca, dor ao mastigar, mandíbula travada ou fora do lugar.

Esse transtorno pode ser desencadeado por uma série de fatores, como algum trauma na região, mordida errada, ausência de dentes, doenças sistêmicas, ranger dos dentes, transtorno interno do disco, desgastes ósseos, estresse emocional, entre outros.

O primeiro passo diante dos sintomas é procurar por um profissional da área bucomaxilofacial para avaliar se o tratamento será conservador ou cirúrgico.

Quando é necessária a cirurgia?

A cirurgia é necessária quando o tratamento conservador não apresenta os resultados esperados. Entre as medidas clínicas mais adotadas nessa primeira etapa terapêutica, estão a fisioterapia e o uso de medicações e de placas miorrelaxantes ou de bruxismo. Converse com o seu dentista sobre todas as possibilidades.

Se a utilização desse tipo de tratamento não apresenta resultados satisfatórios, é recomendado que se procure um cirurgião bucomaxilofacial para avaliar se é o caso recorrer à cirurgia.

A maioria dos casos cirúrgicos de doença na articulação temporomandibular pode ser resolvido com a artroscopia, uma cirurgia minimamente invasiva que apresenta melhor pós-operatório, diminuindo a possibilidade de processos inflamatórios e infecciosos.

A disfunção da ATM é uma doença extremamente incômoda que pode diminuir muito a nossa qualidade de vida. Por isso, é importante que, ao perceber algum dos sintomas apresentados, procurar por um especialista o quanto antes.

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Grande Abraço

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Cirurgia de ATM, quando é necessário fazer?

Cirurgia de ATM, quando é necessário fazer?

Neste post vou falar sobre um tema bastante polêmico: quando você deve, de fato, pensar em operar sua ATM – articulação temporomandibular.

Dor na ATM

No post Estalos ou clicks na articulação expliquei o que é a ATM, articulação temporomandibular. Algumas pessoas apresentam dores localizadas nessa região, outras sentem dores que irradiam a partir dessa região, podem ser leves, moderadas ou intensas, crônicas, ou agudas, esporádicas ou contínuas, no entanto, independentemente da característica da dor, quem tem esse tipo de artralgia sabe o quão dolorido e incômodo é “ter que conviver” com ela.

Mas até quando você deve suportar esse tipo de queda da qualidade de sua vida? Será que esse tipo de dor só cessa com cirurgias invasivas?

Vou tentar esclarecer algumas das principais dúvidas que os pacientes apresentam quando me procuram sobre operar ou não a articulação temporomandibular.

Sou cirurgiã bucomaxilofacial correto? Então o curso natural da estória toda deveria ser: uma certa ânsia ou vontade de querer operar um grande número de pacientes com este tipo de doença. Porém não acredito neste tipo de filosofia, acredito em fazer o meu melhor para que desta forma alcance o que de melhor o paciente necessita.

Antes de pensarmos em cirurgias da ATM sempre é interessante esgotar todas as possibilidades de tratamentos conservadores e mais importante, você deve entender que o seu problema é multifatorial e multidisciplinar, ou seja, nunca apenas um profissional que irá te tratar.

Causas da dor na ATM

No post Bruxismo – sintomas e como tratar, falei muito sobre o bruxismo que é um dos grandes causadores de degenerações a médio e longo prazo na ATM. Usar uma placa miorrelaxante (conhecida também como Placa de Michigan), uma placa rígida em resina acrílica pode tirar muitos pacientes da fila de cirurgia da ATM. Acredita-se  que devido a espessura da placa, pode ocorrer um relaxamento muscular reduzindo a intensidade de apertamento ou ranger de dentes e o disco articular lá dentro da articulação sofreria menos influências deletérias.

Em casos de má oclusão como também citei no post Perda de dentes, é necessário reabilitar as ausências dentárias com próteses para que a mordida fique equilibrada e não sobrecarregue a articulação. Se você apresenta esse problema, ou seja, morde mais de um lado que do outro devido à falta de dentes, ou próteses mal adaptadas, ou desconfortáveis para usar adequadamente e mastigar dos dois lados saiba que também pode estar lesando sua ATM. Antes de qualquer coisa o ideal é rever o cirurgião dentista e encarar um tratamento reabilitador maior que a princípio pode assustar, dar preguiça de fazer, o bolso acaba furando também nessas horas, muitas vezes antes mesmo de ir ao dentista. Não adie mais algo que é tão importante. É sua saúde.

Ortodontia também pode ser interessante, essa má oclusão quando severa necessita de mecânica ortodôntica para alinhar e nivelar os dentes no arco e evitar futuros problemas na articulação.

Além de várias modalidades na odontologia (citei as principais) para tratamento da DTM (disfunção temporomandibular) precisamos lembrar que a fisioterapia apresenta um papel importantíssimo nessas patologias. Uma fisioterapia bem realizada, com um profissional competente, exclui não só a cirurgia de ATM como também a de várias outras articulações. A fisioterapia abrange uma série de manobras e técnicas, mas alguns exercícios são simples e o (a) próprio (a) especialista em cirurgia bucomaxilofacial ou o (a) especialista em DTM podem orientar.

Para os adeptos da medicina chinesa, a acupuntura apresenta excelentes resultados principalmente em quadros de dor aguda. Por mais que a idéia de sentir dores com agulhas sendo inseridas em nossa cabeça possa parecer assustadora, ela não é tão ruim como parece (eu mesma já fiz) e o alívio que essa técnica traz é muito interessante.

Tratamentos da dor na ATM

Agora sou obrigada a escrever sobre algo que as pessoas fogem desesperadoramente: terapia. Sim por que não? Se sua fonte de estresse, ansiedade e até mesmo depressão vem de um problema interno que precisa ser descoberto, destravado, arrancado de suas profundezas psíquicas e isso poderia te trazer bem-estar físico e emocional, logo, seria uma pessoa mais calma e amena com um limiar de dor menor (é comprovado que fatores emocionais alteram nosso limiar de dor), por que não aceitar a verdade e encarar o divã? Os benefícios são enormes, não apenas para quem sofre de dores desse tipo somatizadas por um componente mental, mas para qualquer pessoa que deseja evoluir e se melhor como ser humano.

Mas vamos lá, não necessariamente você precisa de terapia, muitas vezes praticar uma atividade física que te permita sentir prazer, já é o suficiente para amenizar uma série de sentimentos como angústia, ansiedade, tensão, extremamente prejudiciais para a melhora do quadro álgico. Dance, caminhe, corra, faça ioga, medite, nade, puxe ferro, lute, enfim, tente descobrir o que você gosta.

Ok, você fez tudo isso e ainda mais um pouco, acendeu vela, fez simpatia, orou muito e mesmo assim as dores na ATM insistem em te acompanhar? Este talvez, seja o momento de você pensar em operar sua articulação. Algumas modalidades de cirurgia de ATM são minimamente invasivas, literalmente alguns furinhos na pele e você já pode melhorar muito. Outras, já são necessárias, acessos (cortes) maiores.

Se o seu caso é este acima citado em que já tentou várias alternativas, não se preocupe, procure um especialista em cirurgia bucomaxilofacial e converse com o profissional, tire suas dúvidas, entenda o que você tem, o por quê precisa operar.

A cirurgia de ATM quando bem indicada e bem respaldada com tratamentos prévios e multidisciplinares tende ao sucesso e ao resultado que você tanto quer: qualidade de vida.

Espero ter ajudado com as informações deste post.

Abraços

 

 

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4 benefícios de se consultar com um dentista com regularidade

4 benefícios de se consultar com um dentista com regularidade

Exames de check-up são rotinas na vida do brasileiro. Temos como hábito buscar, nessas consultas, alguma informação que possa prevenir determinada doença. Entretanto, ir ao dentista ainda é uma prática rara quando se trata de prevenção.

Parece ter se tornado um costume ir ao dentista somente quando os primeiros sinais de algum mal aparecem em nossa boca. Contudo é extremamente importante ter uma regularidade com sua saúde bucal bem como nas demais partes do corpo.

Com que frequência devo ir fazer uma consulta dentária?

Assim como exames de sangue, urina e coração, os dentários devem ser realizados com alguma regularidade. Esse tempo, entre uma ida e outra, depende muito do paciente. Para consultas rotineiras, recomenda-se um período de seis meses. Já para pessoas com alguma doença ou com controle de cáries, é mais indicado um intervalo de quatro meses.

Além disso, é preciso que a pessoa tenha uma rotina de higienização bucal consistente. Ou seja, a escovação deve ser um hábito comum e existir sempre que a pessoa se alimentar, o que deve ocorrer entre três ou quatro vezes ao dia, sempre com uma boa escova e pastas de qualidade.

Ter hábitos saudáveis, contudo, não significa ir menos vezes ao dentista. Abaixo te damos 4 boas razões para se ir com frequência cuidar dos dentes:

Benefícios da consulta com o dentista

1. Prevenir doenças não só nos dentes

Como toda consulta de rotina, esse benefício é o básico. Mas, as pessoas tendem a acreditar que existem poucas doenças na boca. Porém língua, gengiva, lábios e bochecha são extremamente sensíveis, o que os torna expostos a bactérias, fungos e vírus. Por isso, além de prevenir cáries ou realizar limpezas nos dentes, o dentista realizará uma verificação profunda também nesses outros componentes da boca.

2. Fazer limpeza onde a escova não chega

Como já dito, é importante que o paciente tenha uma rotina caseira com relação a higienização. Porém, existem áreas que a escova não alcança. Algumas placas são formadas justamente onde os equipamentos que usamos no dia a dia não chegam, principalmente entre os dentes e a gengiva.

 

No dentista, a pessoa terá acesso a uma escovação mais profunda, além de aplicação de flúor só encontrado com profissionais da área. E claro, a eliminação daquelas manchas causadas por alimentos e bebidas que consumimos diariamente – como o café.

3. Garantir a saúde de modo geral

Ter uma boca saudável significa ter uma saúde boa garantida. Devemos nos lembrar que ela é a principal porta dos elementos que entram em nosso corpo – e não só dos benéficos.

Algumas substâncias maléficas são produzidas na boca e acabam prejudicando certos órgãos. No tártaro, por exemplo, algumas bactérias se reproduzem e acabam indo parar no coração, podendo propiciar uma infecção cardiológica.

Além disso, uma mastigação errada pode gerar complicações no ouvido e piorar a sinusite, bem como mastigar errado pode causar azia e refluxo. Indo frequentemente ao dentista, você fará com que esses problemas sejam sanados sem causar outras complicações no organismo.

4. Ter indicações de bons hábito

Por mais que possamos realizar nossos hábitos de limpezas bucais com frequência, sempre existem melhorias para se fazer. O dentista responsável por analisar sua boca, te mostrará o que é preciso para ter uma saúde melhor.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre o assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã bucomaxilofacial em São Paulo.

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Como cuidar da higiene bucal

Como cuidar da higiene bucal

Assim como nos preocupamos com a saúde de muitas partes do corpo, é preciso estar atento à saúde bucal. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, cerca de 16 milhões de brasileiros não têm nenhum dente na boca, o que evidencia a falta de conhecimento com relação à importância da saúde bucal.

Quando pensamos em higiene bucal, normalmente, nos lembramos apenas de escovar os dentes, mas cuidar da nossa saúde bucal vai além disso. O consumo de qualquer tipo de alimento contribui para a proliferação de bactérias dentro da boca, então os resíduos alimentares precisam sempre ser retirados após as refeições. Por isso, os cuidados com a higiene bucal devem ser diários e preventivos.

Além da aparência agradável e saudável, os cuidados com a higiene bucal podem evitar preocupações mais graves, como doenças cardíacas e até um acidente vascular cerebral (AVC).

Como cuidar da saúde bucal

Existem algumas medidas muito simples que ajudam e podem diminuir significativamente o risco de desenvolvimento de cáries, gengivite e outros problemas bucais.

  1. Frequência na escovação: escove os dentes pelo menos três vezes ao dia ou após cada refeição;
  2. Uso do fio dental: o uso do fio dental é extremamente importante para completar a higienização. A escovação dentária, sozinha, não é suficiente para a remoção da placa bacteriana ou dos resíduos alimentares onde as cerdas da escova não alcançam;
  3. Escolha da escova: dê preferência a escovas macias e com cabos lisos, que acumulam menos sujeira e dificultam a proliferação de bactérias. Troque a escova a cada dois ou no máximo três meses. Na hora de guardar, deixei-a em pé e protegida das bactérias do banheiro;
  4. Não se esqueça da língua: a limpeza da língua também deve fazer parte da higiene bucal. Escove-a sempre que for escovar os dentes. Não é necessário o uso de creme dental, basta escová-la com a própria escova de dente ou com limpadores ou raspadores de língua;
  5. Produtos adequados: dê preferência a produtos com flúor, como cremes dentais e enxaguantes, pois protegem e fortalecem os dentes;
  6. Prevenção: tenha um kit de higiene bucal extra na bolsa ou no trabalho para garantir a escovação nos períodos fora de casa;
  7. Alimentação: procure ter uma alimentação saudável e equilibrada, com mais frutas, verduras e sucos naturais e menos doces;
  8. Evite bebidas gaseificadas: refrigerantes e águas aromatizadas contêm certos ácidos que, ao longo do tempo, podem danificar os dentes;
  9. Visita ao dentista: visite regularmente seu cirurgião-dentista, pelo menos uma vez a cada seis meses. Ao marcar consultas para fazer um check-up, agende também uma limpeza;
  10. Atenção às dores: Não ignore quando surgir alguma dor e não hesite em marcar uma consulta com o seu dentista. Qualquer problema encontrado nos dentes terá uma solução mais fácil se for descoberto com antecedência.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre o assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã bucomaxilofacial em São Paulo.

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Principais tratamentos para dente quebrado

Principais tratamentos para dente quebrado

Um dente quebrado pode trazer muito mais problemas do que simplesmente a questão estética. Mais comum do que pensamos, as fraturas em dentes são ocasionadas de diferentes formas, desde atividades básicas do cotidiano, como morder um alimento ou, até mesmo, em lesões mais sérias, como quedas ou pancadas.

Logo, por ser tão comum, uma fratura de dente nem sempre é tratada com a atenção que merece. Entretanto, quando não há o devido cuidado, o paciente pode até perder o dente, sem necessidade.

Além disso, uma fissura ou fratura gera incômodo, dores e, até mesmo, risco de infecções. Para minimizar tudo isso, é necessário realizar o tratamento indicado por um profissional especializado. Portanto, ao menor sinal de algo errado, procure o seu dentista.

Causas que podem gerar um dente quebrado

  • cáries: uma das maiores causas das fraturas dentárias. Como o paciente não consegue visualizá-las, em alguns casos, elas vão destruindo o dente internamente;

 

  • desalinhamento dos dentes na arcada dentária: nesses casos, pode acontecer a sobrecarga sobre os demais dentes durante o processo de mastigação. Sendo assim, o paciente fica mais propenso a sofrer fissuras ou até fraturas;

 

  • Bruxismo: o desgaste provocado pelo bruxismo pode enfraquecer e danificar algum dente;

 

  • fraturas de coroa e de raiz: outra causa comum que pode atrapalhar o processo de mastigação, provocando dores e incômodos;

 

  • tratamentos dentários mal realizados: casos de restaurações extensas ou tratamentos de canais também são pontos comuns que podem resultar em problemas, como dente quebrado;

 

  • quedas ou pancadas: esses tipos de lesões podem ocasionar fraturas aparentes ou, até mesmo, internas, por exemplo, se ocorrer algum trauma na região entre queixo e nariz, possivelmente, o impacto é percebido nos dentes. Por isso, procurar um profissional qualificado deve ser a primeira providência a ser tomada para checar danos e iniciar o tratamento.

 

Tratamentos

Para cada ocorrência de dente quebrado há um tipo de tratamento adequado, mas todos devem ser indicados e realizados por profissionais capacitados.

Em casos de danos mais graves, a extração do dente pode até ser recomendada. No entanto, esse procedimento é avaliado como uma última opção, quando não há possibilidade do dentista restabelecer o dente.

Às vezes, essa atitude é necessária para alívio da dor e forma de minimizar os riscos de possíveis infecções.

Com os avanços dos tratamentos, os IMPLANTES DENTÁRIOS surgem como uma alternativa para esses casos, em que a extração total do dente é necessária, tornando-se uma forma de restabelecer a autoestima dos pacientes, devolvendo o sorriso e tratando deles.

Por isso, é essencial que, ao perceber algo diferente, como uma falha ou rachadura, procurar um dentista de confiança. Ele poderá avaliar para compreender a extensão do problema e, se necessário, solicitar exames.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre o assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgiã bucomaxilofacial em São Paulo.

Um Grande Abraço

Dra. Maximiana

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